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Nossos artigos & textos

Ed René Kivitz é teólogo, consultor, conferencista e escritor. É autor de vários livros, dentre eles Quebrando paradigmas, Stress e espiritualidade integral e Vivendo com Propósitos. É Pastor de uma igreja em SP e fundador e diretor presidente da Galilea Consultoria e Treinamento.

Aqui está um índice dos artigos escritos por este autor até a presente data:

A respeito da ética
Deixa de ser bobo, todo mundo faz. Esta é a frase mais usada para justificar o comportamento ilícito. Dentro dela estão embutidas práticas como a do médico que solicita um “por fora” argumentando que a remuneração do plano de saúde não é satisfatória; do empresário que molha a mão do pessoal que libera carga na alfândega; do pai de família que trabalha sem carteira assinada e do empregador que contrata o pai de família; do vendedor que dá uma comissão ao comprador para fechar negócio; do comerciante que compra nota fria para tributar menos ou sonegar; do consumidor que compra produto pirateado porque senão não poderia comprar; da sacoleira que trabalha no mercado informal para sustentar quatro filhos; e assim por diante, numa lista de comportamentos interminável assimilados como “naturais” neste mercado selvagem.

A tirania da felicidade
Vivemos hoje o que se poderia chamar “a tirania da felicidade”. Ser feliz virou uma obrigação. O consenso diz que a felicidade é o objetivo maior da humanidade. Pascal Bruckner, ensaísta francês, autor de Euforia perpétua (Rio de Janeiro, DIFEL, 2002) analisa que esse fenômeno ocorreu “depois de 1968, quando se fez uma revolução em nome do prazer.” Desde então, a felicidade, “mais do que o dinheiro, é a nova ostentação dos ricos. Eles estão na mídia e exibem seus carros de luxo, sua vida amorosa extraordinária, seu sucesso social, financeiro ou mesmo moral, quando colaboram com instituições beneficentes. A felicidade virou parte da comédia social.”


Angústias da alma
As angústias da alma nos jogam de um lado para o outro e não sabemos se nos basta um calmante ou uma oração, ou ambos. Não se sabe se o apelo vem da imanência ou da transcendência. Não é possível distinguir o necessário: o pão ou a providência, o aplauso ou o significado, o sexo ou o afeto, o prazer ou o arrebatamento. Na verdade, não sabemos sequer se uns existem sem os outros, ou, por exemplo, onde estará o afeto sem o toque, a providência sem a mesa posta, a realização sem o reconhecimento, o significado sem a aprovação, o êxtase sem a sensação. Pode o faminto experimentar a segurança; a presença conviver com a solidão; o útil permanecer anônimo?


As verdades de Norton I, imperador dos Estados Unidos
Entre os anos de 1819 e 1880 viveu em San Francisco, um homem que se autodenominava Norton I, Imperador dos Estados Unidos. Vivia e agia como tal e era acatado pela sociedade com todas as honras. Sua companhia era aceitável, sua presença em festas e eventos era disputada e seu apoio sempre desejado para toda e qualquer causa. Imprimia seu próprio dinheiro, que nenhum dono de restaurante ousava rejeitar. Uma legítima nota de cinqüenta centavos de dólar do Norton I hoje é comercializada por mais de 500 dólares. Mais de 10 mil pessoas compareceram ao seu funeral, revelando o quanto valorizavam sua excentricidade.

Dinheiro, sexo e futebol: as 3 coisas que o brasileiro mais gosta (não necessariamente nessa ordem)
As pessoas compram uma coisa só. Não importa se compram um sapato, uma BMW ou um ingresso para o teatro, estão comprando uma coisa só. Quem compra uma caneta, uma camisa do seu time ou uma viagem para Nova York está comprando uma coisa só. Os caras que estão tendo sucesso hoje descobriram isso.  Os profissionais mais bem remunerados do nosso mercado são aqueles que sabem explorar esse fato. O que as pessoas estão comprando? Simples...


Emprego, empregados e empregadores
Em 1990, a taxa de desemprego na região metropolitana era de 4%. Hoje, beira 20%. Isso dá razão a Rosabeth Moss Kanter, quando diz que “se a segurança não vem mais de ser empregado, precisa vir de ser empregável”. A General Eletric é mais explícita em seu discurso: “Podemos demitir você a qualquer momento, mas você pode permanecer nesta organização enquanto, de alguma maneira, estiver agregando valor. Permanecendo aqui, nós lhe daremos um trabalho interessante e recursos para desempenhá-lo; pagaremos seu salário e lhe daremos treinamento, de modo que, quando o tempo chegar, você deverá ser capaz de achar outro emprego em outra companhia ou em qualquer outro lugar”.


Futuro planejado e futuro idealizado
Duas coisas estão implícitas no paradigma tradicional do conceito de planejamento. A primeira é a premissa, a segunda é o compromisso. Quanto à premissa, planejamento implica naturalmente metas, isto é, pontos de chegada mensuráveis: planejar é definir onde se pretende chegar. Quanto ao compromisso, planejamento pressupõe que se ande em direção ao planejado, isto é, quem planeja assume o compromisso de fazer o máximo esforço para que suas decisões conduzam sempre ao ponto de chegada planejado.

Minha proposta é abandonar a tirania das metas. Em outras palavras, você não tem um futuro planejado, mas sim um futuro idealizado.


10 razões para inserir o tema "Espiritualidade" na pauta da sua empresa
A palavra espiritualidade pode suscitar muitas imagens: um mosteiro, com homens recolhidos e afastados da realidade, auto-flagelando-se em penitências; pessoas sentadas em roda, na posição de lotus, buscando fazer uma ponte entre seu eu mais profundo e com as energias do universo; o auditório repleto de crentes diante de um pastor mais parecido com animador de auditório e fazendo promessas para a solução imediata de quaisquer problemas em trocas de ofertas financeiras; a romaria de fiéis que cruzam uma pequena vila, à luz de velas, seguindo um santo de devoção ao som de cantilenas tristes; ou até mesmo a mesa ao lado da sua, cheia de cristais, gnomos, fitas e amuletos que visam atrair os bons fluídos e afastar os mau olhados.

Todas estas, na verdade, são expressões de espiritualidade, cada uma delas empacotadas...


Insight, metanóia e crescimento
“Quer faturar uma graninha? Escreva um livro (qualquer livro!) e arranje alguém que introduza você no circuito de palestrantes para executivos. Trate de preferência de ninjas, golfinhos, da sabedoria dos povos primitivos aplicados à administração (índios são uma boa), andorinhas ou lobos. A turma adora essas coisas. Exatamente como meu sobrinho de sete anos”. O sobrinho dele já deve estar com 12, pois o Clemente Nóbrega fez esta declaração...



Liderança não é para qualquer um
O exercício da liderança é privilégio e responsabilidade de poucos. Líderes são responsáveis pela eficácia (fazer as coisas certas) e a eficiência (fazer as coisas da maneira certa) da organização. Quando você tem um problema de liderança, você tem um problema de líderes, e não de liderados. Espera-se, portanto, que os líderes sejam líderes, isto é, tenham no mínimo, uma visão clara do futuro para onde conduzem seus liderados, uma sensibilidade aguçada para que este futuro seja fruto dos sonhos e anseios dos liderados e um senso de responsabilidade para com a organização/organismo, pois os líderes não são servos dos liderados, mas servos da visão comum. Servir os liderados é a maneira como os líderes servem à visão, e não sua finalidade essencial. Diante destas responsabilidades, acredito que ninguém será capaz de exercer satisfatoriamente a função de liderança, sem o desenvolvimento de pelo menos três capacidades.


Motivação - o que conta e o que pode ser contado
Então a coisa é a seguinte. De vez em quando você tem certeza que está construindo uma catedral, outras vezes está apenas assentando tijolos e na maioria das vezes está defendendo o leite das crianças e uma aposentadoria confortável. Mas qualquer que seja sua atividade profissional e seu ambiente de trabalho, sempre é possível fazer as coisas com integridade e qualidade, expressar talentos...



Não basta correr mais rápido
...o futuro é dos que são capazes de transformar seu mix de talentos em produto ou serviço. Estes são os que têm um profundo senso de sua vocação e sabem onde querem chegar. No meio do caminho vão encontrando meios de se aperfeiçoar, aprender, crescer. Eles não esperam chegar lá para que depois se dediquem a uma coisa que eles acreditam, sabem e gostam de fazer. Eles chegam lá exatamente porque se dedicam a fazer uma coisa que acreditam, sabem e gostam de fazer. Ou como disse Eric Liddell, uma das estrelas inglesas dos Jogos Olímpicos de 1924, “para ser campeão não basta correr mais rápido, é preciso gostar de correr”.


O primeiro e outros passos
É comum a gente ouvir que o brasileiro é ótimo de iniciativa e péssimo de acabativa.Parece que há um fundo de verdade nessa conversa. Esteiras que funcionam como cabide; pares de tênis usados apenas três vezes para as “caminhadas todos os dias”; cursos de inglês abandonados na metade do segundo módulo; dietas interrompidas na primeira tentação; mestrados com matrículas trancadas; consultas médicas procrastinadas; casos de amor mal acabados – aliás ela não sabe até hoje se acabou ou não acabou; são experiências muito comuns aos mortais como eu e você.




 


 

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