|
Nossos artigos & textos
Cláudia
Romariz Lino é Jornalista, Mestre em Comunicação Social e Especialista
em Administração de Marketing e Propaganda. É também Diretora da CR
Comunicação Empresarial, empresa voltada ao desenvolvimento de ações e
estratégias de comunicação. |
Aqui está um índice dos
artigos escritos por este autor até a presente data: |
 Atendimento:
uma comunicação de resultados
... o que vai
fazer mesmo diferença é o atendimento. Já está provado através de pesquisas que,
na maior parte dos casos, as decisões de compra são tomadas dentro da loja.
Promoções no ponto de venda vão contribuir para aumentar o tempo de permanência
do consumidor, mas o atendimento vai definir o maior número de produtos
vendidos, a satisfação em comprar, o retorno do cliente e a aprovação perante
grupos de relacionamento.
 Como
adicionar valor à marca?
Que conselho daria para
uma empresa low-profile, que ainda não conhece o poder de comunicar-se e
relacionar-se com os diversos públicos? O que pode acontecer com esta companhia
no momento atual e futuro?
A pergunta foi feita a Jeffrey Sharlach, presidente do The Jeffrey Group,
especializado na comunicação para mercados latinos. A resposta...
 Comunicar
não é só anunciar!
Um grande
percentual de empresários de pequenas empresas, que acreditam que não têm verba
para contratar agências de propaganda, pensam que fazer comunicação é fazer
anúncio. É preciso entender que comunicar não é só fazer propaganda. A empresa
já está se comunicando com os públicos pela forma como se apresenta. Na
realidade, a empresa comunica o tempo todo quando atende o cliente, quando
atende ao telefone, quando veste o funcionário com um uniforme, quando expõe
seus produtos numa vitrine, quando reserva um local para estacionamento, quando
cobra ou parcela os débitos, quando impõe suas condições, etc.
Uma boa dica é
sair...
 Custos
inteligentes
Em épocas de crise
econômica e retração de investimentos, o passo mais importante é como a empresa
vai redimensionar custos para sobreviver no mercado. A matéria de capa da
revista Exame de tempos atrás trouxe exemplos de redução de custos que respondem
à pergunta: por que algumas empresas conseguem crescer ao apertar o cinto
enquanto outras de tornam anoréxicas? A resposta é: enquanto as primeiras
optaram pela inteligência, as últimas ficaram com os cortes burros.
 Economizando
clientes
O anonimato não existe mais. As empresas
precisam estabelecer relacionamentos com seus públicos. As pessoas esperam hoje
muito mais das empresas do que esperavam há bem pouco tempo. Por que tantas
empresas investem tanto tempo e dinheiro para criar imagem? Tudo se inicia
quando se estabelece a filosofia do negócio, em poucas palavras, a
responsabilidade social. As empresas estão sendo forçadas a não operarem apenas
visando o lucro ou produzindo mais e melhores produtos ou serviços. Instituições
e públicos querem que as empresas operem de maneira que o que quer que façam não
venha em detrimento dos bens sociais e pessoais, que incluem produtos e
serviços, meio ambiente, direito humano e civil. Por isso as empresas precisam
conhecer seus públicos, integrar-se, comunicar-se bem com eles, criar
envolvimento e participação.
 Jogo
de Sedução
Para que o consumidor possa aparecer, se interessar em comprar um produto e
continuar a consumi-lo, a condição básica é de que a comunicação consiga chegar
até as suas necessidades reais ou psicológicas. É verdade que a maioria das
mensagens está sempre falando e propondo soluções para o estômago ou para o
coração. O consumidor ao folhear jornais e revistas, ouvir rádio, ver televisão,
olhar outdoors, embalagens, etc, está sempre participando de um grande jogo de
sedução.
 Marketing
de Atitude
“Pense no nome do maior
executivo, no mais competente que você conheça. Proponha-lhe o seguinte projeto:
suba até o morro da Mangueira e procure arregimentar 10 mil voluntários. Monte,
com a colaboração deles, o projeto de um show monumental que envolva a
contratação de dezenas de técnicos, estilistas e coreógrafos. Cada pessoa do grupo terá de
comprar uma fantasia que custará três meses de salário para usá-la numa única
noite. Todas terão de comparecer duas vezes por semana à quadra da escola para
ensaiar. Tudo isso sem ganhar nada. Terão de levantar 1 milhão de dólares
para pagar as despesas, locomover-se por conta própria para o local do desfile,
chegar pontualmente, obedecer cegamente às ordens dos fiscais e, se a escola não
ganhar, chorar”.
 Marketing
de Serviços - é preciso controlar as ações
Permanecer no
mercado, reter clientes e ser motivo de indicação para futuros clientes. Os
prestadores de serviços hoje precisam estar atentos às mudanças que foram
ocorrendo no mundo e que mexeram com todos os segmentos de mercado, do grande ao
pequeno, do produto ao serviço. Todas as vezes que oferecemos algo ao mercado,
temos que ter consciência que as pessoas não estão comprando coisas, mas sim
soluções para seus problemas.
 Na
mira da credibilidade
Em tempos de
economias recessivas, os investimentos em comunicação também sofrem retração.
Mas, como as marcas não sobrevivem se não manterem estratégias bem definidas de
permanência na mídia, o empresário, em geral, quer saber como pode continuar a
ser visto com verbas reduzidas. A discussão, no entanto, deve passar pelo campo
da credibilidade. Com menos chance de ser notado pelo consumidor, a empresa
precisa apostar no resultado e investir precisamente em ações que gerem
credibilidade em contraponto com a visibilidade permanente trazida pelas
campanhas publicitárias que se expandem nos vários veículos de comunicação de
massa.
 O
desafio de criar uma nova marca
Qual a melhor decisão: criar uma marca nova para um novo produto ou optar pela
extensão de linhas de produtos usando a marca já conhecida?
A estratégia de extensão de linhas de produtos e marcas ganhou força nos últimos
dez anos no mercado global exatamente pelo temor dos executivos de marketing em
arriscar-se em obter resultados duvidosos no lançamento de uma nova marca já que
a estimativa é de que, em média, apenas um entre cinco novos produtos sobreviva
ao primeiro ano no mercado
 Publicidade
ou Propaganda?
É tão simples!
Publicidade é mensagem de vendas. Propaganda é mensagem política, ideológica ou
religiosa. Mas não parece tão simples, para a imensa maioria dos brasileiros e,
em especial, dos publicitários. Até o momento em que o profissional da
Publicidade vai trabalhar numa multinacional e tem que mandar um relatório para
a matriz – seja ela onde for. Se ele escrever que “os nossos investimentos em
Propaganda...”, ou “o nosso planejamento de Propaganda”... num e-mail, “umzinho”
só, vai perder o emprego, por justa causa. Afinal, vocês acham que a matriz vai
entender a nossa confusa definição do que é o quê?
 Reputação
e Imagem empresarial
A Comunicação
Institucional é aquela responsável pela reputação da empresa no mercado, ao
contrário da Mercadológica que trabalha para posicionar a marca de produtos e
serviços. A imagem institucional é a impressão inconsciente que um indivíduo tem
de uma organização, instituição ou pessoa. Quando trabalhamos a imagem
institucional estamos expondo a própria empresa e é necessário avaliar até qual
grau de exposição vamos trabalhar a imagem, avaliando-se conseqüências.
|